A Noite Saturnina

Já faz algum tempo que gostaria de ter algum lugar em que pudesse compartilhar meus insights  sobre a Magia de forma geral, assunto que me considero um eterno neófito,  quando me veio a idéia de escrever um blog. O nome, no entanto, demorou mais que o esperado e passei um bom tempo folheando meus livros em busca de inspiração, até que ao folhear o Alquimia & Misticismo, de Alexander Roob, o capítulo “Noite Saturnina” saltou em direção aos meus olhos. De alguma forma, sabia que era o título que precisava.  Trás a ideia de algo árduo, difícil. , tal como é o caminho da magia. Na astrologia medieval Saturno era considerado o “grande maléfico”, indicando os medos, restrições, castrações, limitações. A noite, é associada com a escuridão, com a reflexão, com o Yin, mas muitos  ainda a veem como algo negativo, sombrio, maléfico.  Por quê então escolher um título com essa carga tão “negativa”? Para responder, vou usar uma frase de Khalil Gibran que minha avó certa vez bordou em um pano de prato (muito bonito por sinal):

Não podemos atingir a aurora sem passar pela noite

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